Quais são nossas prioridades?
Prometi no primeiro post desse blog que estaria postando também sobre assuntos de organização pessoal, então venho com um conceito bem interessante sobre nossas pendências diárias, que podem se tornar verdadeiras dores de cabeça, acredite!
Estou lendo um livro chamado “Gerencie sua Mente, não seu Tempo” (autor David Allen, editora Landscape) e tenho descoberto coisas surpreedentes sobre organização pessoal. São práticas simples que podem mudar nossa vida da noite pro dia. Estarei postando muitos tópicos sobre esse livro aqui, mas vamos começar por um capítulo que chamou muito a minha atenção: afinal, quais são nossas prioridades?
Há um ciclo que devemos quebrar, muitas vezes deixamos de fazer coisas secundárias em nossas prioridades porque sempre temos as urgêntes para resolver. Se fizemos sempre isso, as secundárias um dia serão prioritárias e teríamos que resolver com urgência pois senão “algo terrível por acontecer”. Pense bem, é um ciclo…e é nossa vida! Todo dia é assim. Nunca sentimos aquele alívio (provavelmente você nunca tenha sentido). Caro leitor, priorize também o que é secundário, cabe a você avaliar…alvie sua mente.
Como??? devemos ter consciência do que realmente é prioridade. Devemos saber com exatidão qual o próximo passo a tomar em cada projeto, tarefa ou o que estiver fazendo. Importante: podemos até não executar naquele momento a próxima tarefa, mas precisamos saber o que vem em seguida, qual a próxima ação.
Guarde isso: “Algo secundário pode ser tornar desesperador se não resolvermos enquanto secundário.”
“Não há nada tão fácil mas que se torne difícil quando você o faz de maneira relutante.” - Terence
“A coisa mais fácil se torna difícil quando você a faz de maneira relutante.” - Terence







Acredito que grande parte das nossas “prioridades” seriam resolvidas com a prática de NÃO PROCRASTINAR. Esse tal de deixar pra amanhã ou pra daqui a pouco ou “já já” quase sempre nos coloca em situações constrangedoras. Ou nos posicionamos em dizer “Não vai dar”, “Não posso me comprometer com esse prazo” e deixamos pessoas descontentes, ou nos comprometemos com inúmeras tarefas e decepcionamos várias pessoas, inclusive, nós mesmos. Considero esse segundo muito pior.
Confiamos tanto em nossa memória que acreditamos que podemos dar conta de tudo e de repente nos lembramos: “nossa! Deixei essa pessoa esperando. Não fiz isso, não retornei aquilo…” coisas simples do “daqui a pouco eu faço” que se acumulam em promessas não cumpridas, nos chateando dia após dia. Quero eleger as prioridades sim, mas quero cumprir com cada uma das promessas que faço. Enquanto me organizo, adotei um posicionamento: não prometer, não procrastinar!
Abraços,
Adriana Marques